

Romanos 12:2
"...transformai-vos pela renovação da vossa mente" Romanos 12:2
| (queria dizer) | 10:59 PM |
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eu queria sair por aí e contar pra todo mundo a quem eu amo.
queria dizer em todos os cantos a força que Ele tem.
queria dizer que fé nada tem a ver com sentimento,
que pouco tem a ver com as circunstâncias ao meu redor.
queria dizer que a existência é curta demais pra gastar com vícios,
pra gastar com coisas degradantes.
queria dizer que tem um padrão de vida elevado, difícil, esmagador da vontade egoísta, mas que pode te fazer feliz.
queria dizer que nem sempre somos certinhos, que crente erra, que desaponta as pessoas, que desaponta Deus, que diz coisa errada, que pensa coisa errada, que a gente é gente, igualzinho a vc.
queria dizer que a gente vive feliz, que a gente se diverte, que a gente ama, estuda, se abraça.
queria dizer que no nosso meio acontecem coisas muito estranhas: umas pessoas se perdoam, outras doam coisas pela causa de Cristo, outras abondanam empregos promissores pela obra de Deus, que muitos se guardam puros até o casamento, que tem gente que passa o domingo inteiro na igreja. muitas coisas estranhas.
queria dizer que estamos felizes, é gostoso ser como somos.
queria dizer que vc pode guardar sua piedade, não somos coitadinhos por não fumar, não encher a cara, não virar a noite se acabando.
queria dizer que sermos crentes não significa que não temos problemas, até mesmo dos grandes, aqui vai um aviso: nesse mundo, a chuva cai sobre todos. a diferença é que não enfrentamos nada disso sozinhos.
tava a fim de escrever um manual de "crentês", de expor a felicidade de falar com Deus Pai, de gritar pro mundo todo que a Bíblia predisse todas essas coisas loucas acontecendo atualmente, e que muitas outras virão.
queria dizer que o evangelho, essa coisa de igreja é mt simples e se resume à: "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna." João 3:16
somos pecadores
Jesus pagou o preço do nosso pecado
só preciso recebê-Lo como meu Senhor e Salvador
queria dizer todas essas coisas porque passei muito tempo calada, me conformando a esse mundo
queria dizer, quem sabe um dia eu diga...
| do filme "Uma razão para cantar" | 10:57 PM |
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Uma razão para cantar
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"Quer fazer Deus rir?
Conte seus planos pra Ele."
| José | 10:46 PM |
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uns tempos atrás me questionei sobre a validade de apenas "conhecer" as histórias bíblicas. Assim, conhecer por conhecer, sem no fundo estar recebendo uma palavra rhema, sabe, daquelas que saem direto do coração de Deus pra vc. Eu pensei por uns instantes, que não adiantava muito apenas conhecer sobre os personagens bíblicos, os costumes, essas coisas, que era só conhecimento mesmo. Mas aí, a vida, e alguns probleminhas, me fizeram pensar que todo o conhecimento bíblico que despejamos nas pesssoas, e que é tb derramado em nós, é como um reservatório espiritual. Um dia desses, nos seus vales mais profundos, quando vc não está lendo a Bíblia nem nada, Deus vai lá e resgata essas histórias, Ele começa a te fazer lembrar de um dos patriarcas, de Abraão, cuja fé lhe foi imputada por justiça, e aquele homem ou mulher de milhares de anos atrás começa a se tornar um exemplo pra você. Você vai comparando a sua história de vida com a deles. Você recorda, mesmo sem ler tudo de novo, que alguém já sofreu coisa parecida com o que vc sofre e que alguém venceu, então você também pode. No tempo presente, a figura que retorna à minha mente constantemente é José. Alguém passou por maus bocados sem nunca reclamar de seu Senhor. Eu também posso, eu posso guardar a esperança e crer. Eu posso sair de uma luta e entrar em outra, como ele saiu da escravidão à prisão até que o sonho de DEUS se concretizasse na vida dele. Eu posso.
| biblicamente falando | 12:30 AM |
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biblicamente falando
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| como B. explica A&B | 12:22 AM |
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essa necessidade de te escrever, de te recapitular uns momentos me acontece todo o tempo.
o tempo com vc. aprendi que depois de você as coisas começaram a des-andar, a des-aparecer, a des-colorir. vc entrou roubando a atenção, o carinho acumulado e sem destinatário de alguns anos, como alguém que coleta cartas envelhecidas e amareladas duma caixa com poeira. minhas falas antigas, meus ensaios de afeto foram-te entregues em momentos propícios, nos descontroles de minha emoções, enquanto eu me imaginava outra. outra é uma boa palavra. o outro sempre me atraiu. o outro sorriso, o outro carinho, as outras palavras heartfelt (sinceras e profundas) que nunca me tinham como alvo. mas vc chegou e me fez a tal, a protagonista, não apenas a melhor amiga da mocinha nos filmes de comédia romântica, que sofre junto, que ri junto, mas que nunca vive a love story. agora vc é real, respira, fala, reclama, como qualquer cara bom, e verdadeiro, e que sente também. tudo começou a des-andar, quando não segue o teu rítmo, a des-aparecer, porque vc habita tudo nos meus dias, do sonho ao anseio, da lembrança remota ao "déja-vu" mais elaborado. vc faz tudo des-colorir, quando as coisas não obecedem às suas nuances de alegria e intensidade de viver. como eu explico o tempo? como uma entidade contínua que repetidamente me leva a você... como eu explico nós dois? como uma gota d'água que despenca de um desfiladeiro, separada das correntes bravas de uma cachoeira, sozinha na gravidade, seguindo as próprias normas, afastada do mundo cruel e sagaz que parece apagar tudo o que é belo e bom.
| Persuasion, de Jane Austen | 10:05 PM |
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Fazia tempo que não vivia algo assim, porque quando eu não acerto o livro, a leitura fica chata e é finalmente somada à lista de livros que eu só li um capítulo ou dois. Persuasion, no entanto, consumiu as energias, o tempo e o esforço, mas valeu à pena cada "centavo", rs. A história trata do relacionamento entre Anne Eliot e Captain Wentworth, que depois de um rompimento oito anos atrás, tem a oportunidade de estarem juntos novamente, é delicioso o progresso dos eventos e tudo mais.
De tudo o que me chamou a atenção no livro, quero ressaltar o fato de que me parece que Austen celebra o bem em sua narrativa. Quando eu falo de celebra o bem, eu estou tratando do fato de que ali me parece clara a distinção entre certo e errado, entre bem e mal. Os personagens que agem em benefício próprio, baseados no egoísmo e perspicácia não ficam sem receber certa palavra de desapreço pelo narrador. Chame de moralismo se quiser. Eu gosto. Me cansa esse relativismo todo, quando dizem: depende do ponto de vista, depende das razões, depende, depende. Vou dizer uma coisa, não depende não. Se você ferir alguém, vai machucar, vai doer. Se você usar uma pessoa, ou as emoções dela só para satisfazer seu ego falido e corrompido, a pessoa sofrerá no final. O problema é que ninguém pesa as consequências, ninguém pensa que o que eles fazem com os outros pode voltar para eles mesmos.
Voltando ao livro, me encanta ver que para algum escritor nessa literatura do mundo, o bem já interessou. O bem, a pureza, coisas assim elevadas. Muitos clássicos celebram o suicídio, a revolta contra os pais, a traição, a ganância, o ocultismo, como se ninguém mais pudesse ser diferente. Seria bom se alguém usasse de sua habilidade de escrita para celebrar as características em nós que nos aproximam do Criador, e o efeito que se produz quando alguma de suas criaturas se aproxima dele com coração sincero e quebrantado. E tenho dito!
| A. & B. | 12:34 AM |
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B.,
meu fingere
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o que a distinguia das demais era sua força interior. nunca fora escrava de suas circunstâncias, mas, pelo contrário, armava-se de uma coragem que não se sabia de onde vinha, e encarava os fatos. nessa manhã, olhou o rapaz nos olhos enquanto o bombardeava com seus pensamentos. chamou-o de rude, de insensível, disparou todo o seu arsenal de maus adjetivos, seriam mesmo maus, ou apenas o reflexo de alguns meses maus experimentados? chegando ao fim, notou que em seu rosto, no de A., quase não havia expressão, havia algum descontentamento, mas nenhum sinal aparente de contrariedade. tentou fazer com que ele reagisse, mas ele nada dizia. deu uns passos para trás na tentativa de que, achando que ela partiria, ele fizesse alguma coisa. deu certo. ele estendeu a mão, tentando impedi-la. reconciliação. a mão suspensa no ar indicava que ele tinha esperança, nunca tal gesto disse tanto a B. ela aguardou. a face antes inexpressiva deixou mostrar sinais de comoção. uma lágrima. a partir daí, palavras. muitas. corridas. tensas. a partir daí, razões. muitas. coerentes. seu coração encontrando o meu, ele dizia. mas eu não sei dizer, nunca soube, ele anunciou. ela entendeu, como eu e você entenderíamos, que só se tratava de perspectiva, não era rude, não era insensível, mas não era assim que ele sabia amar. não com as palavras. através delas agora, num esforço incrível, ele tentava reaver o tempo perdido, reparar o mal instaurado. nunca esteve tão certo de alguma coisa, nunca fora tão convicto de que B. era sua. e se não conseguisse provar, e se não conseguisse fazê-la sentir o mesmo? o coração batia forte. B. ouvia atenta como se decorando o rapaz. Era a primeira vez que o via assim, vulnerável, tão dela, tão entregue. um aguardava o outro, um esperava que o outro fosse ou desse um pouco mais. nos instantes que se seguiram, sorriram um pouco, falaram um pouco e de novo sentiram paz;
| Mantenha um diário (vai por mim!) | 11:10 PM |
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escrita,
recomendação
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tem um dia na sua vida em que você só precisa escrever para si mesmo. Nesse dia, sua atenção se volta para os cantinhos escondidos do seu coração que tem passado sem cuidado. Nesse dia, você tira a poeira, se depara com lugares não desbravados, chora ou se alegra. Nesse dia você cresce. Nas páginas de seu diário, ou agenda, ou caderno, chamem como quiser, sua persona é impressa de modo indelével. Por mais que você mude, uma vez que registra aqueles pensamentos, está feito, você foi de fato aquela pessoa. Tempos depois, você volta e analisa. Torna-se a ficção de si mesmo, como eu costumo dizer, e se diverte, ou se arrepende, por ter deixado algum bom caminho. Vai por mim, mantenha um diário, pode ser uma experiência maravilhosa.
| Ânimo, de Eugene H. Peterson | 10:28 PM |
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extraído de Ânimo - o antídoto bíblico contra o tédio e a mediocridade, de Eugene H. Peterson.
por essa e por 181 outras razões (o número de páginas que conta a obra) é que eu recomendo essa obra de Peterson. Jeremias sempre foi um homem da Bíblia que me despertou curiosidade, e, depois de ler Ânimo, eu entendo que há tanto por trás desse profeta de Deus, tantas escolhas, tantos anos de 'serviços prestados' ao Senhor, que o distinguiram da multidão. Leitura recomendada, pelas descobertas bíblicas, e pelo crescimento indubitável proporcionado pelo livro. Pode crer, é daqueles que você lê fazendo caretas de admiração, anotando e sublinhando freneticamente e se perguntando como alguém conseguiu escrever aquilo!



