sexta-feira, janeiro 29, 2010

Repintando a Igreja - Rob Bell

o livro da vez é "Repintando a igreja" de Rob Bell. comecei a leitura sem saber o que esperar. assuntos eclesiásticos não costumam me interessar muito, culpa das leituras passadas nesse assunto. a introdução não era lá essas coisas, mas no decorrer dos capítulos (e eu ainda não acabei) fui me deparando com uma escrita simples, sincera e ao mesmo tempo profunda, muito profunda. estou sendo confrontada, animada e incentivada com o que estou lendo e como está sendo gratificante. 

um dos pontos que me fez querer postar sobre o livro foi quando o autor faz a distinção entre "receber a Jesus em seu coração" apenas e "permitir ter a alma curada por ele". segundo ele, e eu acredito nisso, as pessoas que se permitem viver a segunda experiência são notáveis. sua presença exala um som diferente e elas realmente alcançam mais no reino do que aquelas pessoas que escolhem fazer dos seus corações "florestas inexploradas pelo Espírito Santo".

no entanto, ter a alma curada não é fácil. é necessário voltar ao passado, analisar a bagagem acumulada, tratar assuntos dos quais preferíamos nem lembrar, é preciso passar pela mesa de cirurgia do Pai. mas se não for assim, se não nos sujeitarmos a isso, seremos líderes cegos, carregados de problemas e se propondo a tratar os problemas dos outros. 

a fim de incomodar e nos tirar da mesmice confortável, Rob Bell nos presenteia com uma pergunta: "Você usa o que vende?" 

recomendo a leitura. 

é bom.

3 comentários:

Tati Rodrigues disse...

'Tire-nos do lugar de conforto Pai' essa tem sido a oração que tem ecoado... e que bom encontrar esse texto por aqui. Como tenho dito: refletir é preciso, agir ainda mais... conhecer ao Pai e deixar que Ele nos sonde é algo inexplicável e insubstituivel.

Intimidade é tudo. quem não deixa que o outro se aproxime é pq está correndo disso...

bjs guria. até.

Cíntia Mara disse...

Adorei a dica, Catarina!

Ter a alma curada, de fato, é mais difícil do que receber a Cristo. Dói! Certos sentimentos e hábitos estão tão arraigados que trazem dor ao serem arrancados. E, como já estamos acostumados a eles, nos esquecemos da sensação de leveza e alívio que temos quando permitimos que Jesus trabalhe.

Bjs

Mariah R. disse...

Vou ler