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sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Quantos pães você tem?

Jesus multiplicou os pães e os peixes. E Ele fez isso por duas vezes. talvez isso não seja novidade alguma para você. contudo, o motivo desta reflexão que vos fala é pensar em uma pergunta feita pelo Messias aos seus discípulos desconcertados diante da multidão na segunda multiplicação: "Quantos pães vocês tem?" (Mt 15.34). Não há dúvidas que Jesus sabia exatamente o número de pães que eles tinham. Não duvido também, nem um pouco, que Ele poderia fazer aparecer pães do ar, ou mesmo fazer com que caíssem do céu. Mas o ponto aqui é: Ele quis usar o pouco que os discípulos tinham. Ele agiu sobrenaturalmente partindo do natural daqueles homens. Com essa atitude, Ele os incluiu, mostrou que eram importantes, e que, mesmo Ele sendo Senhor do Universo, Deus Criador, dava-se ao luxo de indagar sobre a realidade deles, de fazer uso de seus recursos insuficientes. Acho que é isso o que Ele me disse quando eu li o texto: "Eu sei que você não consegue sozinha, que já tentou muito e os seus recursos, as suas maneiras, são insuficientes. Mas, mesmo assim, vamos começar com o que você tem? E deixa que o restante é comigo".  

quinta-feira, novembro 25, 2010

Que eu tenha a Fé de uma Criança

a mãe de uma das minhas alunas na Escola Dominical me contou da perseguição que sua filha vem sofrendo na escola. alguém vem lhe "apurrinhando" com acusações contra a sua fé, no que tange à sabedoria de Deus, dizendo que Jesus era inculto e que o Senhor não sabe ler. Risível, né? Para nós, adultos, mas ela tem 9 anos.

anotei uns versículos, coisa simples, mas que já servem para ela solidificar um pouco mais a fé em Jesus e na autoridade das Escrituras Sagradas.

isso tudo, no entanto, me fez refletir sobre a validade e a dimensão daquilo que chamamos .
todos crêem. isso é fato. a diferença está no quê ou quem eu deposito essa minha fé.

até o mais racional dos ateus crê na "não existência do Senhor", e põe fé nisso.

eu sei em quem tenho crido e meus últimos meses têm me ajudado a solidificar um fé, que, por muitas vezes, eu confesso, tem sido bem racional, até.

mas se eu puder escolher, e eu acho que posso,

quero uma fé leve, divertida, num Deus que sorri de seus inimigos.
quero uma fé desafiadora num Jesus que questiona os soberbos, que toca no X da questão.
quero uma fé para hoje, num Deus que hoje, salva e liberta e cura.
quero uma fé que abrilhante o meu modo de viver, que conquiste o coração dos pequeninos que Deus tem me confiado.
quero uma fé que cante, sim que cante o melhor, o bom, que eu tenho visto de Suas mãos.

questionamentos (como o absurdo citado acima), eu encontrarei,
mas sei e sinto que nada pode contra a certeza que me move
contra o Deus que fala
e contra a certeza de minha salvação

que Ele, o meu Senhor, resguarde o meu coração dos ataques malignos, que Ele resguarde a fé dos pequeninos, que é sincera, que é vivida e atacada tão cedo.

e que ao fim, a minha fé materializada tenha o prazer de ver e tocar aquilo ou Aquele que ela sempre viu mesmo sem ver.

terça-feira, dezembro 29, 2009

Pensando alto (27 de Fevereiro de 2009)

se eu pudesse dizer algo sobre os dois primeiros meses do ano, se eu pudesse fazer um balancete, eu diria que janeiro foi surpreendente de uma forma meio que negativa. Senti-me fora de mim e acorrentada, tenta visualizar. Fevereiro significou voltar ao habitual, revigorante. O final, então, refrescante mesmo. Mas todo esse lero lero é porque me ocorreu esses dias o fato de que o tempo é mesmo escorregadio. É como se eu ouvisse aquela famosa frase "isso não te pertence mais". No mundo em que vivemos, somos obrigados a ganhar dinheiro, o que é mesmo bom, mas isso também nos obriga a trabalhar. Às vezes me dá uma vontade súbita de pegar uma mochila e viajar o mundo todo. Mas isso exige: dinheiro! Parece que estou me cercando de impossibilidades nesse post, né? Tempo, dinheiro... Bom, a lista não terminaria. De qualquer maneira, meu pensamento original é que eu penso que deveria fazer todos os dias valerem à pena, valer à pena sair da cama, deixar o lar, lutar por alguma coisa, por alguma coisa que vá durar. Durabilidade. Tempo. Dinheiro. Conceitos e mais conceitos. Voltando à durabilidade, acho que a amizade pode durar. Perdi uma mt importante dia desses, por um motivo ridículo, mas profundo. Ca-ra-ca, sobre o que é esse post mesmo? Acho que estou pensando alto demais...

P.S.: é um post antigo, tava guardado nos rascunhos, mas penso que valeria à pena deixa-lo ser lido.

terça-feira, dezembro 23, 2008

algo sobre o Natal

Domingo passado, o Departamento Infantil na minha igreja realizou uma cantata de Natal chamada Natal Brasileiro. Foi tremendo. Vi a mão de Deus agindo naquele lugar, providenciando tudo, suprindo cada detalhe. As crianças cantaram lindamente! O tempo todo em que eu organizava essa cantata, um só pensamento cruzava a minha mente. Gratidão. Repetidamente eu dizia "Jesus, muito obrigada por se importar!" "Muito obrigada por dar algum valor a essa humanidade corrompida pelo pecado, e por pagar o preço naquela cruz". O nascimento dele aqui na terra é o começo de todo o plano, de tudo o que se deu para a nossa salvação. O justo pelos injustos. O fiel pelos infiéis. Como diz o compositor "Não saberei o preço pago por meus pecados lá na cruz" As lágrimas não me faltavam nesse momento. Ele veio.
Tentei passar um pouco dessa minha gratidão para as nossas crianças. Acho que alguns captaram, outros nem tanto, mas eu sei com certeza que um dia eles entenderão. Serão gratos também.
Por essa razão, eu comemoro o Natal. Mais do que um movimento familiar tão intenso, porque não é bem assim "de onde eu venho" (rs), eu comemoro internamente. Eu posto alguma coisa aqui, eu oro, eu volto às passagens de Lucas ou Mateus e me encanto com esse versículo em particular anualmente: "É que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor" Lc 2:11. Não há como ser diferente.

segunda-feira, novembro 12, 2007

agora Romanos 13!

sei que tem uma falha imensa nesse blog
um furo, um espaço deixado por sua criadora
ele não tem um texto base, fundador do propósito que o move
sei que um dia, nascerá um texto que explique a razão pela qual escolhi esse título: Romanos 12:2
mas hoje,
quero falar sobre Romanos 13
Deus me fez ler esse texto na noite de sábado:

"E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos.
Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.
Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes;
mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências."

RoManOs 13:11-14

Paulo está aqui falando com a igreja que se é que existiu um "tempo de andar descuidado" esse tempo já passou. Ele está conclamando a igreja a viver santamente. Que não haja um pedacinho em nós se quer, que não esteja revestido de Jesus. Não abramos concessões, não é tempo para isso. Jesus Cristo está retornando. A sua igreja será tomada e pecado não faz parte do plano.
Outro pensamento que me ocorreu é que poderemos ser colocados em situações em que Deus quer nos usar, mas simplesmente não estamos prontos. Não estamos com a vida da maneira que Deus deseja.
Fui muito incomodada por isso. Não posso me comprometer com o mundo, não posso achar que de qualquer jeito tá bom. Afinal, eu tenho um Deus que me vê e que com certeza vai cobrar de mim. Por que muitos dirão: "Senhor, Senhor!" Lembra-se disso?
É hora de vos despertardes do sono, da letargia, da inércia espiritual.
Deixemos as obras das trevas. O meu compromisso é com o Senhor.
Um amigo da minha igreja disse o seguinte: "Você tem que odiar o pecado, só assim vai conseguir vencê-lo!"
Ou seja, enquanto o pecado tiver a minha simpatia, a minha complacência, ele sempre terá parte comigo, sempre serei dominada por ele.
Eu sei, eu sei que é difícil. Estou experimentando isso tudo na pele. Mas não somos nós que nos santificamos. Sabe, o que fazemos é nos consagrar, ou seja, fazemos o que está ao nosso alcance, oramos, nos alimentamos da Palavra de Deus, jejuamos. Nós consagramos a nossa vida e Jesus, através do Seu Espírito Santo, vai lá e santifica.
É uma busca incessante, de uma vida inteira, que se revela em vitórias sucessivas, dia a dia com Cristo!
Deus seja louvado!