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quarta-feira, abril 16, 2008

fui sair de casa dia desses à noite, e ao me colocar no pé da porta, me deparei com gotas de chuva... mas eu não sabia que estava chovendo! Pode parecer algo corriqueiro, mas eu estava quase saindo, e a chuva nem me passou pela cabeça enquanto estava no conforto do meu lar, por isso me surpreendeu tanto!

Voltei e peguei o guarda-chuva.

Foi nessa hora que eu pensei que isso renderia um post.

Acho que podemos ficar tão fechadinhos na nossa religiosidade, comodismos, e outras coisas que nos deixam crentes doentes e não perceber a "chuva" que está caindo lá fora. E não percebermos o mover de Deus na distância de uma parede somente.

Por isso, é melhor ficar mais atento ao som da chuva, à temperatura e à previsão do tempo. E se chover, saia sem guarda-chuva mesmo, e se deixe encharcar com o poder de Deus.

segunda-feira, abril 07, 2008

o desmancha prazer da reclamação

Quando estou ensinando minhas crianças, nada me desanima mais do que reclamação!
Alguns deles não sabem esperar para o momento das brincadeiras, ou simplesmente acham que a atividade que estou realizando não está boa, ou acham que "eles" mandam na situação!
Essas crianças reclamonas acabam perdendo o momento das brincadeiras, pelo qual eles anseiam, porque gastam o tempo com suas reclamações, ou tem as brincadeiras canceladas por não saberem usufruir das outras atividades.
Sabe que tem dias que eu até preparo brincadeiras criativas, ligadas à lição bíblica, mas eles desmancham a minha motivação, o meu interesse em agradá-los. Alguns são tão murmuradores durante a aula que exterminam o desejo do meu coração em diverti-los.

A reclamação tem o poder fatal de desanimar o coração de alguém que intimamente está planejando te agradar. Confuso? É bíblico.
Por tanto murmurar, o uma geração inteira do povo de Israel deixou de entrar na Terra Prometida, acho que eles arrasaram com o desejo interno, com a vontade expressa que Deus tinha de fazê-los entrar na terra prometida, que manava leite e mel.
É, acho que se o grupinho de crianças reclamonas soubessem o quanto elas perdem quando reclamam, mesmo sem razão, elas deixariam de fazer isso, aproveitariam o momento da lição, do louvor, se alegrariam, e ainda teriam as brincadeiras para coroar a noite.
Mas transportando para as nossas vidas, se eu e você soubéssemos o quanto entristecemos o coração do nosso Deus ao murmurar, ainda mais sem razão, se soubéssemos quantas bençãos, quanto cuidado Deus tem reservado para nós, deixaríamos de reclamar e começaríamos a bendizer o nome Dele instantaneamente.

quarta-feira, abril 02, 2008

....Analogy....



Quando uma criança brasileira se muda de estado, ela entra em contato com uma nova variedade da língua portuguesa. Ela começa a adquirir novas maneiras de produzir as palavras, aprende novas gírias, ou seja, ela adequa o seu falar ao falar daquela região. Mas como é que isso acontece? Será que essa criança intencionalmente resolve imitar os "s", "r" ou "tu", essas coisas? É certo que não. Ela passa a falar diferente simplesmente por ouvir essa nova variante o tempo todo, e ainda, por não ser resistente a mudanças.
E daí?
Daí que quero ser como uma criança, ouvindo sempre o Pai falar, me desarmar dos meus preconceitos e resistências, e aprender o dialeto Dele. Que de tanto ouvi-Lo, o meu falar indique de onde eu venho. Assim como um mineiro se denuncia pelo falar, que a minha cidadania celestial fique estampada quando eu abrir a minha boca.