sexta-feira, dezembro 28, 2007

Natal, fim de ano e a gente fica meio pensativo. Tenho pensado tanto, que cansa escrever tudo. Mas eu tenho que escrever, pra não perder tudo que me ocorreu. Tudo que tá acontecendo.
Todos os acontecimentos e meus mais diversos pensamentos me fazem crer a cada dia mais que no fim das contas, a única coisa que nos resta são nossos relacionamentos. Eu poderia ter toda a riqueza no mundo, todos os bens materiais que me satisfizessem, mas nada disso me faria mais humana, mais eu. Somente os relacionamentos, o quanto eu tenho dos outros, o quanto eles tem de mim, me tornam mais feliz.
Sabe, Deus, o responsável pela nossa existência, já sabia isso desde o começo. Por essa razão, Ele nos deixou dois mandamentos, que resumem todos os outros: "Ame a Deus com toda a sua força, com todo o seu coração, com todo o seu entendimento." e "Ame o seu próximo como a ti mesmo."
Amar é construir um relacionamento. É priorizar o que a pessoa é, ao invés do que ela tem. Deus sabia desde o princípio, que precisariamos da companhia de pessoas, dos risos, dos choros, de comer junto, de se alegrar junto. Isso é comunhão e não há nada que substitua isso.
No fim, só sobra o tipo de relacionamento que tivemos com Deus que nos leva para o céu ou não. O nosso relacionamento com os outros, vai definir que tipo de lembranças teremos na eternidade, quantas pessoas estarão no céu por nossa ajuda, o quanto teremos influenciado a vida das outras pessoas.
Cada vez mais eu fico maravilhada com o meu Deus, Criador de todas as coisas, que possui sabedoria infinita além do meu entendimento.

Mateus 22
36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei?
37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento.
38 Este é o grande e primeiro mandamento.
39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.

terça-feira, dezembro 25, 2007

cartão de Natal...

meio tarde...
o mesmo vídeo do ano passado,
mas o que vale é a intenção!

lembrem-se de que o bebê na manjedoura é o Salvador do mundo!


sábado, dezembro 22, 2007

só pra postar mesmo...

Já não sei mais dizer o que esse blog tem se tornado pra mim. Sei que nos momentos mais diversos, das mais pitorescas circunstâncias, eu penso "eu deveria postar sobre isso", ou "tudo a ver isso pro blog". Mas tem um montão de coisas que nunca chegaram a pintar por aqui. Creio que se todos os meus pensamentos com esse blog se tornassem posts, o movimento por aqui seria frenético.
O ano ainda não acabou de fato, mas meus pensamentos de avaliação sobre ele já começaram. As coisas não vão muito bem em relação a isso. Sinto como se houvesse um bando de coisas que deixei por fazer. Não sei se fui infiel aos meus planos, ou se simplesmente planejei acima das minhas capacidades. Bem dizia Moisés, quando pedia a Deus para ensiná-lo a contar seus dias. (Sl 90.12)
Posts não publicados. Resoluções de ano novo não levadas a bom termo. Não é fácil lidar com certo tipo de fracasso. Dá uma tentaçãozinha em nem planejar nada, porque aí, o que vier é lucro. Nem adianta, de qualquer forma se perde. Viver sem planos é como estar à deriva. Se pelo menos eu fosse fiel a mim mesma. Se abrisse mão de alguns lazeres, pra alcançar meus próprios alvos. Tô tentando terminar um post que nem sei porque chegou à essa direção. Ah sim, acho que sei porque vim parar aqui, porque não planejei nada no início.
Anyway, sei que tem um monte de coisas que Deus deseja que eu aprenda e tem muita coisa pra viver ainda com esse Deus maravilhoso que me ama, que nos ama de maneira eterna, a despeito de nós mesmos. E nem precisa se preocupar com o futuro porque Ele é o arrimo da nossa sorte.

sexta-feira, dezembro 14, 2007

o meio

pois é
tenho pensado numa coisa: o problema é o meio!
começar não é difícil, nem acabar o é, por assim dizer...
mas o meio, "in between", en el medio...
é a hora em que a dúvida bate, o cansaso, o desânimo.
Se eu fosse daqueles que pesquisam antes de postar,
estou certa de que encontraria exemplos mil para isso:
a gente pára de ler um livro na metade,
desiste dos "cursinhos" na metade,
se arrepende de uma caminhada na metade.
Creio que exista alguma força propulsora dos "começos" e dos "finais".
O começo é assim, empolgante, cheio de vida, de promessas,
nos faz crer que vamos mudar o mundo, e o mais difícil: mudar a nós mesmos.

O final é assim, recompensador, tem um certo gás em lembrar de tudo por que passamos,

pensamos no prêmio que nos aguarda,

e tudo parece cooperar para que você termine o que se começou,

afinal, falta tão pouco, você até pode ver a linha de chegada

Aí é que mora o problema do "meio"!

No meio, chega tudo aquilo que desanima e além disso, não há evidências!

Não há sinais de que tudo vai dar certo!

Para o momento no qual estou na vida,
peço a Deus que me ensine a passar pelo meio

a crer acima de tudo,

a trabalhar acima de tudo,

a esperar n'Ele acima de tudo.

O meio, O deserto, O vale

É aí que eu me provo, que eu me revelo diferente dos demais.

Deus usa o meio, pra forjar o meu caráter,

e nesse momento, o meio é tudo o que eu tenho.

quinta-feira, dezembro 13, 2007

prometo um post para amanhã

favor ler o post seguinte:

amanhã já chegou

e o post será assim:

ela pensa>>
treze dias sem postar e prometi que nunca mais ia demorar tanto a postar! é, mas ninguém poderia competir com uma das semanas mais difíceis de toda a vida. e depois ainda vieram aqueles dias em que eu nem agüentava "pensar"
espero que todos compreendam a ausência...


favor ler o post seguinte:

Aquele que diz assim:

tem horas que é desagradável encontrarmos com nós mesmos!

há uns dias, fiz o favor de colar a seguinte frase de Martin Luther King na minha página de recados do orkut:

"A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio."

pq eu fiz isso, pq? me diga!
só pra eu ler uns dias depois e me repudiar profundamente!

minha "semana" de controvérsia e desafio veio e como eu me comportei?? hum? hum?
Mal!
intolerante. impaciente. nervosinha. orgulhosa.
q lista
q verdade

nem sempre é bom ver quem verdadeiramente somos.
acabo de me recordar do post da Rosana sobre limpeza, q dizia que às vezes nos achamos limpos, não pq haja pouca sujeira, mas pq nao sabemos limpar direito. E olha só!

só me resta dizer ao meu Deus, por favor, conserta-me, me enche, por favor, do Teu amor
e me ensina a amar os outros como eu amo a mim mesma!
e de novo eu digo, nem sempre é bom encontrarmos com nós mesmos!



quinta-feira, novembro 29, 2007

Fé que surpreende

oppss!

você que está lendo esse post, deveria ler o post abaixo primeiro.

eu explico: é que eu escrevi o post abaixo, e publiquei, mas tinha esquecido que tinha uma conexão com um lance que eu tinha pensado sobre Deus.
Então, vai lá ler primeiro!

tic tac, tic tac...

voltou? então...

Meu avô tem razão em dizer q amar a família é fácil e natural.
Sabe, isso me fez lembrar de uma coisa que pensei esses dias sobre Deus.
Crer num Deus que faz milagres é fácil.
Ohar para as crianças, os gestos de amor, e lembrar de que existe um Deus soberano também é fácil.
Mas sabe o que é difícil?
Sabe o que requer
? Fé de verdade?
Lembrar das desgraças, dos assassinatos brutais, das atrocidades que se cometem sem que ninguém faça justiça nessa Terra.
Requer fé pensar nas situações em que nada de extraordinário acontece, e ainda crer que Ele existe e que mesmo que pareça que não está fazendo nada, Ele é o único que não falha e julga retamente.
Pensar num mundo colorido, redondinho e perfeitinho e dizer:
"Ó Deus, bendito seja o Teu nome", não é de surpreender.

Surpreende aquele que encara o que parece não ter dado certo em sua vida, e ainda assim diz:
"Ó Deus, bendito seja o Teu nome para todo sempre, quando chove ou faz sol, quando estou bem ou mal, quando meu mundo é redondinho ou quando é um caos."

Acho que é isso que surpreende a Deus, e também acho que é um amor desses, incondicional, ao qual meu vozinho se referia!

Amor que surpreende

Dia desses tava minha família no carro do meu tio. Meu avô, avó, mãe e yo!
Então, eu amo meu avô de paixão, mas reconheço que tem horas que ele tem umas idéias meio sem noção. Ele cisma em dizer que não há valor algum em alguém colocar um adesivo como "Eu amo a minha filha Bruna" no carro, pq todo mundo ama a família mesmo. Ele pensa que válido seria se alguém dissesse "Amo os meus inimigos", coisa assim. Então nesse dia ele viu um carro com o adesivo citado acima e começou o seu discurso. É claro que eu, idealizadora, defensora das declarações audíveis, sensíveis de amor, comecei a dizer que o cara tava certo em declarar o amor pela filha. Mas ele é irredutível. Logo então aparece: "Amo Meriti*." Qual a resposta dele? "Ah, aí sim, tem mais sentido!"
Como assim??????
Amar a filha não pode, mas amar Meriti, pode!
Zorra Total demais pro meu gosto.
É claro q valeu umas boas risadas e esse post do nada aqui!
De vez em quando agente ainda diz: "Meriti pode, a filha não pode!"

no comments at all!

*São João de Meriti = uma cidade aqui do Rio